27 de janeiro de 2018

DIA 25.

Estava em horário de pausa do serviço, então penso sobre o que vai ser o texto desse mês o primeiro mês do ano? Logo penso sobre Rótulos! Como assim? Exatamente assim!

No meu ciclo de convivência social, percebi muita gente carregando rótulos que nunca na verdade foram delas, rótulos pesados de ‘’lerdo’’ á ‘’você não pode fazer isso por ser menina (o)’’ coisa que quando são sentidas além de ouvidas machucam para valer, prendem, criam nó atrás de nó nas emoções das pessoas.

Sei qual a sensação já sofri por carregar rótulos que não representavam aquilo que eu era, assim como já vi muita amiga (o) se esconder para não mostrar seu verdadeiro rótulo.  Mas à questão não é essa, e sim saber se é possível conviver com isso a vida inteira? NÃOOOOO. Desculpa mas é a verdade você não pode esconder isso a vida inteira, e não pode carregar aquilo que os outros te impõem como se fosse você, não faça disso sua verdade.

Sei que dói saber que, talvez por não querer viver embaixo daquilo que é imposto a você, pode acabar decepcionando muita gente que você se importa e isso não é saudável, se sacrificar para que outra pessoa controle você não é resposta, não cura, muito menos alivia, só machuca, e machuca muito.

Para o primeiro mês do ano desejo a você uma vida sem rótulos, sem cargas extras, sem passar trabalho que não necessita, pois se submeter a aquilo que não precisa é quase que tortura.

Demoramos a ver que não necessitamos passar metade do trabalho que passamos, ou viver com  a grande maioria dos rótulos que possuímos, e esquecemos muitas vezes que ter saúde mental é importante, nos faz bem e abrimos mão tão facilmente disso.

É rótulo demais, peso demais, coisa demais, e ninguém é empilhadeira para aguentar carregar tudo, respira um passo de cada vez, tome cuidado também, não ponha rótulo em ninguém, assim como você não é obrigado a possuir um, outro alguém também não é.

Um feliz 2018! Livre de rótulos. 

Rochey Costa


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